quinta-feira, 19 de julho de 2007

Vou nadar e morrer na beira da praia


Definitivamente somos o país da emoção. Meu Deus, que canseira! Desde que me entendo por gente assisto jogos em que o Brasil, com a faca e o queijo entrega tudo de bandeja para o time adversário por meter os pés pelas mãos, por não saber controlar suas emoções.







A indicação do livro então vai para a Seleção Brasileira de Voleibol Feminino. A indicação vai prá mim também, que estou "P" da vida com essa prata, droga!!! Tô precisando ler essa joça...

6 comentários:

As partes interessadas disse...

Lu, estou cá com meus botões a pensar se foi um elogio ou não... Seráaaaaa? Então tô ficando burra, é isso, entendo mais nada de elogio...

As partes interessadas disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
As partes interessadas disse...

E concordo com isso que falou da seleção, mas a FEMININA, que faz essa merda sempre de entregar o ouro poro bandido. A masculina é dez.

Filha!!! E se disser que já tô desinchando com o negócio de trocar o café da tarde por sopa? Emagrecer ainda não, mas não tô inchada, é o começo da minha felicidade... Ah, não, que que é isso! Fui no ginecologista ontem e ela me disse um peso inenarrável!!! Me recuso a pesar o que ela disse que tô pesando!
Testa a sopa sim, só toma cuidado com o gengibre, hein? duas colheres de sopa tá de óooootimo tamanho...

ROÇA COISA É OUTRA LIMPA disse...

Oi Lulu
Parece qje com relação as meninas do voley, nem é bem o caso, mas de modo geral, em esportes olímpicos, vemos no quadro de medalhas a diferença entre um país que ensina seus filhos que o importante é vencer, vencer, vencer; por outro lado nós aprendemos que o importante é competir, participar...Tai o resultado.
No quadro de medalhas vc vê os americanos com mais ouro do que bronze, no brasil mais , muito mais bronze do que ouro.Faltaria investimento nos atletas?
grande abraço

Flávia disse...

Muié, passei tanta raiva naquele jogo... quase tive um passamento e aquelas desmilinguidas fizeram o favor de perder! Essas meninas tem que bater um papinho com a Marta Suplicy. Ainda bem que não enfartei. Ia pro beleléu à toa...

Beijos!

Osc@r Luiz disse...

Se você for mesmo morrer, me avise antes.
Afinal, depois de morta, nada mais vai importar mesmo...
Então precisamos combinar algo antes.
Mas eu confesso que preferia que você vivesse mesmo. Assim dá pra repetir uma porção de vezes.
Beijos e bom domingo!